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  • Desafios para combater o assédio sexual na sociedade brasileira

    TEXTO I

    O assédio sexual é definido por lei como o ato de “constranger alguém, com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo­se o agente da sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função” (Código Penal, art. 216­A). Trata­se, em outras palavras, de um comportamento de teor sexual merecedor de reprovação, porque considerado desagradável, ofensivo e impertinente pela pessoa assediada. A lei pune o constrangimento que tem o sentido de forçar, compelir, obrigar alguém a fornecer favor sexual. Tal proteção abrange todas as relações em que haja hierarquia e ascendência: relações laborais, educacionais, médicas, odontológicas, etc.

    Cartilha Assédio Moral e Sexual. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/. Acesso em: 9 ago. 2021 (fragmento).

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    1. Rian Alves
    2. Lucas
  • O combate ao preconceito contra a população idosa no Brasil

    TEXTO I

    Preconceito com pessoas na terceira idade gera perdas de dezenas de bilhões de dólares

    Organização Mundial da Saúde e outras agências da ONU afirmam que estereótipos, percepções negativas e outras formas de discriminação, conhecidas como “ageism” em inglês, causam isolamento social dos idosos e agravam sua saúde; entidades querem ação urgente para combater o problema.

    As Nações Unidas lançaram um relatório advertindo sobre o impacto do preconceito à terceira idade em instituições e sistemas jurídico, social e de saúde. O documento foi divulgado pelo Fundo de População das Nações Unidas, Unfpa, pelo Departamento Econômico e Social, Desa, pela Organização Mundial da Saúde e pelo Escritório da ONU para os Direitos Humanos. Estima-se que a cada segundo, uma pessoa no mundo sofra preconceito “moderado ou alto” por se encontrar na terceira idade. A alta comissária de Direitos Humanos, Michelle Bachelet, afirmou que o preconceito a idosos, conhecido em inglês como “ageism”, prejudica a todos: jovens e idosos.

    Disponível em: https://news.un.org/. Acesso em: 6 set. 2021 (fragmento adaptado).

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    1. Rian Alves
    2. Lucas
  • O que é Gramática?

    Num certo sentido, gramática é algo estático – é um conjunto de descrições a respeito de uma língua. É nesse sentido que a palavra é usada quando dizemos ‘a gramática do Celso Cunha’, ‘a gramática do Rocha Lima’. Cada uma dessas gramáticas tem suas propriedades específicas. A de Rocha Lima é tida em geral como a mais normativa das duas. A de Celso Cunha já é não normativa, mas compartilha com a de Rocha Lima o caráter taxionômico, porque arrola fatos e regras de estrutura linguística. Gramática nesse sentido é um compêndio com descrições de uma língua.

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    1. Rian Alves
    2. Lucas
  • A valsa

    Casimiro de Abreu

    Tu ontem,
    Na dança
    Que cansa,
    Voavas
    Co’as faces
    Em rosas
    Formosas
    De vivo,
    Lascivo
    Carmim;
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    1. Rian Alves
    2. Lucas
  • Protegido: Morfossintaxe – Questões de Exames

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    1. Rian Alves
    2. Lucas
  • Alternativas para enfrentar a insegurança alimentar no Brasil

    TEXTO I

    Como é que a fome e a extrema pobreza se conectam?

    José Raimundo Ribeiro – Um ponto de partida importante é entender que, no mundo em que a gente vive, especialmente na realidade brasileira, um país urbanizado, o acesso à produção de alimentos é quase impossível. As pessoas não produzem os alimentos que elas comem. O acesso aos alimentos é um acesso monetarizado. Mesmo no campo, a maior parte dos alimentos que as pessoas consomem, elas compraram por via monetária. Se a gente pensar a realidade das cidades, que é quase 80% da população brasileira, todos os grupos de alimentos, a aquisição desses grupos de alimentos, mais de 90% é pela via monetária. Então isso faz com que, evidentemente, a questão da renda impacte diretamente a questão da alimentação. Chega quase a ser uma obviedade: ganhar mal é comer mal. Às vezes, fico um pouco assustado com as pesquisas que demoram anos e meses para provar uma coisa que é quase elementar. Agora, dentro desse “ganhar mal” tem um universo muito grande. Por vezes, parece que você consegue traduzir tudo a partir de uma faixa de renda. E isso faz parte da estratégia de alguns organismos. O Banco Mundial quer nos fazer crer que a linha de extrema pobreza de US$ 1, US$ 1,25 por dia – eles vão atualizando – é o que vai dizer se as pessoas passam fome ou não, e o que a gente percebe é que, na maioria das vezes, essas linhas estão abaixo disso, ou seja, tem muita gente acima dessa linha de extrema pobreza que continua enfrentando dilemas ou mesmo passando fome.

    RIBEIRO, José Raimundo. Entrevista concedida à Caio Castor, José Cícero, Thiago Domenici. Disponível em: https://apublica.org/. Acesso em: 21 jul. 2021 (fragmento).

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    1. Rian Alves
    2. Lucas
  • A viralização do senso comum

    Quem já recebeu alguma mensagem via WhastApp informando que o governo vai confiscar a caderneta de poupança ou que o Congresso vai votar um projeto que acaba com o 13º salário? Outro conteúdo falso que “viralizou” no Facebook nos últimos tempos se refere ao auxílio-reclusão, que seria pago diretamente ao criminoso, ou, ainda, que o benefício se multiplicava conforme o número de filhos do preso ou da presa.

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    1. Rian Alves
    2. Lucas
  • Fake news: Como saber se uma notícia é falsa?

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    1. Rian Alves
    2. Lucas
  • Em defesa do voto obrigatório

    Existe, no senso comum, um mal-estar em relação ao voto obrigatório. Toda obrigação incomoda. Este fato, indiscutível, favorece os defensores do voto facultativo, que, ademais, apresentam sua proposta como expressão da postura libertária e como fator de desmonte de algumas distorções que, de fato, existem em nosso sistema eleitoral.

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    1. Rian Alves
    2. Lucas
  • “Tá com dó do refugiado? Leva pra casa!”

    “Tá com dó? Leva para casa!” é uma daquelas frases icônicas, através das quais consegue-se avaliar se o interlocutor merece respeito ou um abraço forte e solidário. É utilizada por pessoas com síndrome de pombo-enxadrista (faz sujeira no tabuleiro, joga ignorando regras mínimas de sociabilidade e sai voando, cantando vitória), normalmente diante do clamor para políticas voltadas àquela gente pobre, parda, perdida ou violada que habita as frestas das grandes cidades.

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    1. Rian Alves
    2. Lucas