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  • Com Que Roupa?

    Agora vou mudar minha conduta
    Eu vou pra luta pois eu quero me aprumar
    Vou tratar você com a força bruta
    Pra poder me reabilitar (mais…)

    1. Rian Alves
    2. Lucas
  • Garota De Ipanema

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    1. Rian Alves
    2. Lucas
  • LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990.

    Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências.

    O PRESIDENTE DA REPÚBLICA: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

    Título I

    Das Disposições Preliminares

    Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente.

    Art. 2º Considera-se criança, para os efeitos desta Lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade.

    Parágrafo único. Nos casos expressos em lei, aplica-se excepcionalmente este Estatuto às pessoas entre dezoito e vinte e um anos de idade.

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    1. Rian Alves
    2. Lucas
  • Stroganoff, com A mesmo!

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    1. Rian Alves
    2. Lucas
  • Coronavírus: previna-se sem pânico!

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    1. Rian Alves
    2. Lucas
  • Um enigma que veio do Egito Antigo

    Mais de 20 anos foram necessários para decifrar a linguagem usada pelos egípcios do passado: os hieróglifos

    Quem aí já tentou ler um texto escrito em uma língua desconhecida? A sensação é esquisita, não é? Saber que ali há algo dito, mas não conseguir entender… Agora imagine estar diante de uma língua que você não conhece e que ainda tem letras aparentemente indecifráveis! Pois este é o caso dos hieróglifos, linguagem que os egípcios antigos utilizavam para registro de sua história. Com o fim da civilização do Egito Antigo, não sobrou ninguém que soubesse ler hieróglifos. Imagine, então, como os estudiosos deviam ficar curiosos! Já haviam sido encontrados vários documentos, objetos e até túmulos com sinais que eles sabiam conter várias informações sobre a vida no Egito Antigo, mas ninguém sabia seus significados.

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    1. Rian Alves
    2. Lucas
  • Platinando Brothers: A Tale of Two Sons

    Este é o nosso guia de como platinar Brothers: A Tale of Two Sons, lançado em 2013 pela 505 Games para Playstation 3, Xbox 360 e PC.

    Você ainda não platinou esse game e está tendo dificuldades? Tudo bem. Nós podemos lhe ajudar! Confira nosso guia “Platinando Brothers: A Tale of Two Sons”:

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    1. Rian Alves
    2. Lucas
  • Os Dois Reis de Gondar

    Era um dia como os de outrora… e um pobre camponês, tão pobre que tinha apenas a pele sobre os ossos e três galinhas que ciscavam alguns grãos de teff que encontravam pela terra poeirenta, estava sentado na entrada da sua velha cabana como todo fim de tarde. De repente, viu chegar um caçador montado a cavalo. O caçador se aproximou, desmontou, cumprimentou-o e disse:

    — Eu me perdi pela montanha e estou procurando o caminho que leva à cidade de Gondar.

    — Gondar? Fica a dois dias daqui — respondeu o camponês. — O sol já está se pondo e seria mais sensato se você passasse a noite aqui e partisse de manhã cedo.

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    1. Rian Alves
    2. Lucas
  • A Jade

    A Jade merece uma explicação, porque a chatice dela é eterna. A Jade, como a minha tia Ucha costuma dizer, é um capítulo à parte. Ela é magra e bem baixinha. Tem cara de ratinho assustado, tipo aqueles personagens que têm uma única fala no filme, aparecem na cena correndo de um lado para o outro, falam alguma coisa sem muito sentido e depois somem. Talvez ela saiba disso. Muito provavelmente percebeu a semelhança entre ela e o ratinho e, pra compensar, resolveu aparecer de verdade. A Jade é muito inteligente. Consegue ser a menina mais barulhenta da classe e tirar as melhores notas em tudo, sempre. Ninguém entende, mas eu sei que é porque ela é megaesperta, arrogante e eterna. Ela não tem problemas com ninguém em especial, mas vive um caso de amor e ódio com tudo e todos ao mesmo tempo. Acho que até com ela mesma, ou pelo menos é o que a minha mãe diz. Minha mãe não conhece a Jade direito e o pouco que sabe da garota é pelas coisas que eu falo. E eu não falo muito, especialmente sobre a minha vida na escola e a Jade. É que a minha mãe tem a mania de querer saber tudo e tudo vira uma conversa. É como se tocasse uma trombeta dessas de filmes antigos, anunciando que o príncipe regente vai chegar. Tutururururu, agora é hora de conversar. E tudo vira a tal da conversa. Sobre coisas esquisitas e adultas, que eu não tenho a menor vontade de falar ou saber. A Jade virou conversa. Mesmo sem eu dizer nada, ela soube por uma outra mãe da escola o episódio do lanche. Minha mãe disse que ela era carente, devia ter pouca atenção em casa. Problemas na família. Para a minha mãe, todo mundo tem problemas na família. Mas vou deixar ela de lado, porque a minha mãe também merece um capítulo à parte. Voltando para a Jade: além de ser baixinha, ratinha de voz assustada, barulhenta e boa aluna ao mesmo tempo, ela usa a unha pinta da e comprida e sempre fala umas palavras difíceis que ninguém entende. Fala não, grita. “Eterno”, eu aprendi com a Jade. “Bacanosa ‘ também, no dia em que ela me disse: “Sabe, Mia, apesar dessa sua cara supernormal e totalmente sem graça, tenho certeza que um dia você ainda vai mostrar para o mundo que é uma garota bacanosa”.

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    1. Rian Alves
    2. Lucas
  • História comum

    … Caí na copa do chapéu de um homem que passava… Perdoe-me este começo; é um modo de ser épico. Entro em plena ação. Já o leitor sabe que caí, e caí na copa do chapéu de um homem que passava; resta dizer donde caí e por que caí.

    Quanto à minha qualidade de alfinete, não é preciso insistir nela. Sou um simples alfinete vilão, modesto, não alfinete de adorno, mas de uso, desses com que as mulheres do povo pregam os lenços de chita, e as damas de sociedade os fichus, ou as flores, ou isto, ou aquilo. Aparentemente vale pouco um alfinete; mas, na realidade, pode exceder ao próprio vestido. Não exemplifico; o papel é pouco, não há senão o espaço de contar a minha aventura.

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    1. Rian Alves
    2. Lucas