Jogos digitais e analógicos, criados por universidades e instituições de pesquisa, são ferramentas promissoras para despertar o interesse pelo conhecimento científico, de forma lúdica.
Bola. Carrinho. Boneca. Patinete. Até pouco tempo atrás essas foram algumas das respostas de crianças à clássica pergunta: “O que você gostaria de ganhar no Natal?”. As tradicionais escolhas agora competem com action figures, tablet, videogame, celular. A velocidade de lançamento de produtos que atraem a atenção de meninos e meninas é tão vertiginosa que fica difícil prever qual será o preferido das crianças no ano seguinte. Mas qual o papel desses instrumentos de entretenimento no desenvolvimento infantil? Na era moderna dos brinquedos, caracterizada pelo apelo persuasivo da propaganda e do avanço da tecnologia, será que as crianças aceitariam propostas analógicas com conteúdo inovador?
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