Literatura

  • Violões que choram…

    Reprodução do poema “Violões que choram…” do poeta simbolista Cruz e Sousa.

  • Ribeirinha reivi

    No mundo, disso não há semelhança:enquanto vou vivendo de esperança,por ela vou morrendo – e… ai! Minha senhora clara e rosada,como queria descrevê-la, e tantosó eu sei quando a vi sem manto! Infeliz do dia em que me levanteie a vi assim tão bela, tão corada! Minha senhora, desde aquele dia, ai,me senti bem mal,…

  • Se eu não a tenho, ela me tem

    Arnaut Daniel (tradução-recriação de Augusto de Campos) Se eu não a tenho, ela me temo tempo todo preso, Amor,e tolo e sábio, alegre e triste,eu sofro e não dou o troco.É indefeso quem ama.Amor comandaà escravidão mais brandae assim me rendo,sofrendo,à dura lidaque me é deferida. Se calo, é porque mais convémcalar, em mim, o…

  • Carta do achamento do Brasil

    Fragmento da Carta do achamento do Brasil.

  • Via Láctea – Soneto XIII

    Reprodução de um soneto do escritor parnasiano Olavo Bilac.

  • Nel mezzo del camin…

    Reprodução de um poema do poeta parnasiano Olavo Bilac.

  • As pombas

    Reprodução de um soneto do escritor parnasiano Raimundo Correia.

  • Vaso grego

    Reprodução de um soneto do poeta parnasiano Alberto de Oliveira.

  • Repelindo o carteiro

    Tenho, sim, um cão feroz que ameaça o carteiro; na verdade, eu o comprei com essa finalidade. Correios lançam campanha para preservar os carteiros dos ataques de cães. Folha Online, 4 de setembro de 2008. “SENHOR CHEFE DOS CORREIOS: dirijo-me a V.S. por causa do aviso que recebi de V.S., intimando-me a tomar medidas para…

  • Capítulo 4

    (onde se devassam truques, máscaras e maquiagem dos bastidores do que se chama de literatura) Um dia apareceremos leitor nas estatísticas catalogados em ocorrência policial.1 Com o bloco nas ruas, vamos estabelecer que literatura não tem uma definição. Ela não pode ser definida como podem ser definidos – com certa unanimidade – um composto químico, um acidente geográfico, um…