Texto dissertativo-argumentativo

  • Ensino médico é problema de saúde pública?

    Os testes padronizados fazem parte de nossa vida. Provas como vestibulares, Enem, exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), provas de proficiência em idiomas, concursos públicos, entre outras, pautam nossa vida, decidem o futuro de muitos de nós na vida cotidiana.

    A padronização do teste implica em que todos os avaliados estão em condições semelhantes no momento do exame: perguntas semelhantes, mesmo tempo, examinadores com critérios harmonizados. As condições materiais de realização e qualificação da prova parecem justas por virtude da padronização. Pouco importa se essas condições padrão constituem uma limitação para quem é avaliado: por não estar em boas condições de saúde no dia da prova ou ficar particularmente nervoso nesse tipo de ambiente, por exemplo. […]

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  • Mais self, menos selfie

    A geração que nasceu nos anos 1980 talvez seja a última que sabe como é ter momentos de verdadeira solidão

    Nos Estados Unidos existe uma expressão que não tem correspondente em português: o me time. Temos aqui o tal do “tempo para mim”, mas não acho que seja a tradução correta. Esse “tempo do eu” (em tradução mais do que livre) não tem tanto a ver com as horas do dia que sobram para fazer coisas pes­soais (ler aquele livro que estava parado no criado-mudo ou fazer o tratamento estético de que provavelmente você não precisa), mas sim com as horas do dia em que ficamos a sós conosco. Um tempo para curtir a solidão.

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  • O que eles gostam de ler

    Pesquisa mostra que estudantes escolhem a tira como leitura preferida

    Os primeiros dias de 2014 trouxeram uma pesquisa com resultados reveladores e que dão muito o que pensar. O estudo revela que as “narrativas em tiras” (voltaremos a essa expressão já, já) são a leitura preferida dos estudantes da rede pública de ensino de São Paulo. Essa opção apareceu em 45% das respostas dos alunos entrevistados, ficando à frente de gêneros literários tradicionais, obrigatórios no conteúdo escolar.

    Contos, mitos e lendas foram a segunda opção mais indicada pelos discentes paulistas (com 36,9%). Em terceiro, aparecem os poemas (31%). Em quarto e quinto, os romances de amor (29,2%) e de aventura (24,8%). Crônicas (18,5%) e livros de História do Brasil ou mundial fecharam a lista (12,6%), divulgada em 2 de janeiro pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.

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