Rio de Janeiro – Dia desses, arrumando livros na estante, um volume caiu ao chão. Tenho a convicção de que essas coisas têm um sentido, são um sinal que precisa ser entendido. Sempre que isso me acontece, procuro ler o recado que a lei da gravidade me dá. É que nem aqueles periquitos que depois da música do realejo metem o bico e tiram uma sorte para o freguês.
O livro não parece grande coisa, é uma coletânea de artigos publicados na imprensa norte-americana sobre a comunicação no limiar do novo século. Desafios criados pela informática, pela crise do papel, pela distribuição e pela nova concepção do jornalismo. Ele deve ser informativo ou opinativo? Em que proporção deve ser isso ou aquilo? E por aí vai.
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Muito brabo 😸.