Você vai ler, a seguir, três textos: o primeiro é um fragmento da Carta de Pero Vaz de Caminha; o segundo é um trecho do Tratado da terra do Brasil, de Pero de Magalhães Gândavo; o terceiro é um trecho do livro Viagem à terra do Brasil, de Jean de Léry.
Texto 1
Carta
[…] Traziam, alguns deles, arcos e setas e todos os deram carapuças e por qualquer coisa que lhes davam. […] Andavam todos tão dispostos, tão enfeitados e galantes, com suas tinturas, que pareciam bem. Acarretavam dessa lenha, quanta podiam, com muito boas vontades e levavam-na aos batéis; e andavam já mais mansos e seguros, entre nós, do que nós andávamos entre eles. […] Quando saímos do batel disse o Capitão que seria bom irmos direitos à Cruz, que estava encostada a uma árvore junto com o rio, para se erguer amanhã que é sexta-feira, e que nos puséssemos todos de joelhos e a beijássemos para eles verem o acatamento que lhe tínhamos. E assim fizemos. E a esses dez ou doze que aí estavam, acenaram-lhe que fizessem assim e foram logo todos beijá-la. Parece-me gente de tal inocência que se a gente os entendesse e eles a nós, que seriam logo cristãos, porque eles não têm nem entendem em nenhuma crença, segundo parece. E, portanto, se os degredados que aqui hão de ficar aprenderem bem a sua fala e os entenderem, não duvido, segundo a santa tenção de Vossa Alteza, fazerem-se cristãos e crerem na nossa santa fé, a qual, praza a Nosso Senhor que os traga porque, na verdade, esta gente é boa e de boa simplicidade e gravar-se-á neles, ligeiramente, qualquer cunho, que lhes quiserem dar. E logo deu Nosso Senhor bons corpos e bons rostos como a bons homens. E Ele que nos por aqui trouxe, creio que não foi sem causa. E, portanto Vossa Alteza, pois tanto deseja acrescentar na santa fé católica, deve cuidar da sua salvação. E praza a Deus, que com pouco trabalho seja assim. […]
CAMINHA, Pero Vaz de. Carta. In: VOGT, Carlos; LEMOS, José Augusto Guimarães de. Cronistas e viajantes. São Paulo: Abril, 1982.
Texto 2
Da condição e costumes dos índios da terra
Quando estes índios tomam alguns contrários, se logo com aquele ímpeto os não matam, levam-nos vivos para suas aldeias (ou seja, portugueses ou quaisquer outros índios seus inimigos) e tanto que chegam a suas casas lançam uma corda muito grossa ao pescoço do cativo para que não possa fugir; e armam uma rede em que durma e dão-lhe uma índia moça, a mais formosa e honrada da aldeia […] Esta índia tem cargo de lhe dar muito bem de comer e beber; e depois de o terem desta maneira cinco ou seis meses ou o tempo que quiserem, e terminam de o matar. […] Aquele que o há de matar empena-se primeiro com penas de papagaio de muitas cores por todo corpo: há de ser este o mais valente da terra, e mais honrado. Traz na mão uma espada de um pau muito duro e pesado com que costumam matar, e chega-se ao padecente dizendo-lhe muitas coisas e ameaçando-lhe sua geração que o mesmo há de fazer a seus parentes; e depois de o ter afrontado com muitas palavras injuriosas dá-lhe uma grande pancada na cabeça para tomar os miolos e o sangue: tudo enfim cozem e assam, e não fica dele coisa que não comam. Isto é mais por vingança e por ódio que por se fartarem. Depois que comem a carne destes contrários ficam nos ódios confirmados, e sentem muito esta injúria, e por isso andam sempre a vingar-se uns contra os outros […]
Finalmente que são estes índios muito desumanos e cruéis, não se movem a nenhuma piedade: vivem como brutos animais sem ordem nem concerto de homens […] Todos comem carne humana e têm-na pela melhor iguaria de quantas pode haver: não de seus amigos com quem eles têm paz se não dos contrários. Têm esta qualidade estes índios que de qualquer coisa que comam por pequena que seja hão de convidar com ela quantos estiverem presentes. […]
GÂNDAVO, Pero de Magalhães. Da condição e costumes dos índios da terra. In: RONCARI, Luiz. Literatura brasileira — Dos primeiros cronistas aos últimos românticos. São Paulo: Edusp, 2014. p. 54-55. Atualização ortográfica feita pelos autores.
Texto 3
Viagem à terra do Brasil
Os nossos tupinambás muito se admiram dos franceses e outros estrangeiros se darem ao trabalho de ir buscar o seu arabutan. Uma vez um velho perguntou-me: “Por que vindes vós outros, maírs e perôs (franceses e portugueses) buscar lenha de tão longe para vos aquecer? Não tendes madeira em vossa terra?” Respondi que tínhamos muita mas não daquela qualidade, e que não a queimávamos, como ele o supunha, mas dela extraíamos tinta para tingir, tal qual o faziam eles com os seus cordões de algodão e suas plumas. Retrucou o velho imediatamente: “E porventura precisais de muito?” “Sim”, respondi-lhe, “pois no nosso país existem negociantes que possuem mais panos, facas, tesouras, espelhos e outras mercadorias do que podeis imaginar e um só deles compra todo o pau-brasil com que muitos navios voltam carregados.” “Ah! retrucou o selvagem, tu me contas maravilhas”, acrescentando depois de bem compreender o que eu lhe dissera. “Mas esse homem tão rico de que me falas não morre?” “Sim”, disse eu, “morre como os outros.” Mas os selvagens são grandes discursadores e costumam ir em qualquer assunto até o fim, por isso perguntou-me de novo: “E quando morrem para quem fica o que deixam?” “Para seus filhos se os têm”, respondi; “na falta destes para os irmãos ou parentes mais próximos.” “Na verdade”, continuou o velho, que, como vereis, não era nenhum tolo, “agora vejo que vós outros maírssois grandes loucos, pois atravessais o mar e sofreis grandes incômodos, como dizeis quando aqui chegais, e trabalhais tanto para amontoar riquezas para vossos filhos ou para aqueles que vos sobrevivem! Não será a terra que vos nutriu suficiente para alimentá-los também? Temos pais, mães e filhos a quem amamos; mas estamos certos de que depois da nossa morte a terra que nos nutriu também os nutrirá, por isso descansamos sem maiores cuidados.” Este discurso, aqui resumido, mostra como esses pobres selvagens americanos, que reputamos bárbaros, desprezam àqueles que com perigo de vida atravessam os mares em busca de pau-brasil e de riquezas. Por mais obtusos que sejam, atribuem esses selvagens maior importância à natureza e à fertilidade da terra do que nós ao poder e à providência divina; insurgem-se contra esses piratas que se dizem cristãos e abundam na Europa tanto quanto escasseiam entre os nativos. Os tupinambás, como já disse, odeiam mortalmente os avarentos e prouvera a Deus que estes fossem todos lançados entre os selvagens para serem atormentados como por demônios, já que só cuidam de sugar o sangue e a substância alheia.
LÉRY. Jean de. Viagem à terra do Brasil. São Paulo: Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, 1998, p. 37-38. Grafia atualizada pelos autores.
- carapuças: gorros.
- galantes: graciosos, elegantes, belos.
- acarretavam: levavam, transportavam.
- batéis: barcos pequenos.
- degredados: homens condenados pelos tribunais portugueses à pena do degredo (expulsão da terra natal).
- tenção: intenção, propósito.
- praza: agradar; o verbo é usado apenas na terceira pessoa do singular e plural.
- contrários: inimigos, adversários.
- concerto: pacto, acordo ou combinação entre pessoas.
- arabutan: pau-brasil.
- obtusos: rudes, broncos, sem refinamento.
- insurgem-se: opõem-se, reagem contra.
- avarentos: que não são generosos, sovinas.
- prouvera a Deus: queira Deus.
1. A Carta de Caminha era endereçada a d. Manuel I, rei de Portugal, e tinha o objetivo de informar o que havia sido encontrado nas terras do Novo Mundo.
a) No texto 1, que informações sugerem que os portugueses supuseram que os indígenas poderiam ser facilmente usados como mão de obra?
b) Que descrição Caminha faz da aparência dos indígenas?
c) Caminha sugere que a confiança entre os indígenas e os europeus não era sentida da mesma maneira por ambas as partes. Identifique um trecho que confirme tal afirmação.
2. Quando chegou a Portugal, a Carta ficou restrita ao círculo da Coroa portuguesa e se manteve inédita durante dois séculos, sendo publicada pela primeira vez em 1817. A Carta é um documento que revela a visão de mundo do colonizador português, bem como seus valores e intenções em relação às terras aonde chegaram.
a) Caminha projeta no Novo Mundo a ideia de um local habitado por seres humanos sem malícia. Justifique essa afirmação com elementos do texto.
b) De acordo com Caminha, a “salvação” dos indígenas que aqui habitavam se daria por meio da conversão ao catolicismo. Levante hipóteses: Que outras intenções estariam ligadas a esse propósito?
3. O texto 2, de Gândavo, foi escrito aproximadamente setenta anos após a Carta de Caminha. O trecho em estudo trata do ritual antropofágico.
a) De acordo com estudos recentes da antropologia, o ritual antropofágico, como o que fora praticado pelos tupinambás, era um complexo ritual de guerra que envolvia diferentes significados sociais e culturais, entre os quais a concepção de se adquirir a vitalidade, a valentia e a coragem de seu inimigo. Com base nessa informação, discuta com a turma e depois anote a resposta no caderno: Essa visão de estudiosos contemporâneos coincide com a que Gândavo expressa no texto em estudo? Justifique sua resposta com elementos do texto.
b) O juízo de valor é um tipo de julgamento que uma pessoa faz com base crenças, valores e experiências de seu grupo social, de sua cultura. O texto de Gândavo expressa que juízo de valor a respeito do comportamento e da organização social dos povos originários? Justifique sua resposta com elementos do texto.
c) Que qualidade o autor reconhecia nos indígenas?
4. Leia o boxe “A antropofagia pela perspectiva de um calvinista”. Depois discuta com a turma e registre sua resposta no caderno.
a) Quanto à antropofagia indígena, em que a visão de Gândavo e a de Léry se diferenciam?
b) O calvinismo enfatizava o reconhecimento do valor humano em cada pessoa, o que implicava a defesa da igualdade entre todos os seres humanos perante Deus. Com base nessa informação e na resposta anterior, responda: O fragmento do texto de Léry, no boxe, manifesta essa perspectiva calvinista acerca da existência humana? Por quê?
A antropofagia pela perspectiva de um calvinista
Em Viagem à terra do Brasil, Jean de Léry fez comentários sobre o ritual antropofágico, em comparação com um massacre ocorrido na França em 1572:
“[…] não encontramos aqui [na França], nem na Itália e alhures, pessoas condecoradas com o título de cristãos, que não satisfeitas com trucidar seu inimigo ainda lhes devoram fígado e coração? E que vimos em França durante a sangrenta tragédia iniciada a 24 de agosto de 1572? […] O fígado e o coração e outras partes do corpo de alguns indivíduos não foram comidos por furiosos assassinos de que se horrorizam os infernos? […] Não abominemos, portanto, demasiado a crueldade dos selvagens antropófagos. Existem entre nós criaturas tão abomináveis, se não mais, e mais detestáveis do que aquelas que só investem contra nações inimigas de que têm vingança a tomar. […]”
VOGT, Carlos; LEMOS, José Augusto Guimarães de. Cronistas e viajantes. São Paulo: Abril, 1982. p. 79-80.
A tragédia na França ocorrida em 24 de agosto de 1572 a que Léry se refere ficou conhecida como Massacre da Noite de São Bartolomeu: nessa noite, a mando da coroa católica francesa, milhares de seguidores das ideias do teólogo e reformador cristão que defendia a Reforma protestante, João Calvino (1509-1564), foram brutalmente mortos em Paris e em outras partes da França.
5. O texto 3 é uma crônica de viagem, cuja publicação na França ocorreu setenta e oito anos após a chegada da Carta de Caminha a Portugal. Nesse texto, Jean de Léry registra o ponto de vista de um indígena, algo pouco comum nos relatos de viajantes europeus sobre o Novo Mundo.
a) O velho tupinambá faz uma série de perguntas ao viajante francês. O que motiva isso?
b) Embora não se saiba se o relato é fidedigno, não deixa de ser relevante observar a crítica expressa pela voz do tupinambá. Qual é ela? Justifique sua resposta com elementos do texto.
6. Ao retomar sua voz no texto, Léry estabelece comparações entre indígenas e europeus e destaca as diferenças de valores e comportamentos entre eles.
a) Releia o seguinte trecho:
Este discurso, aqui resumido, mostra como esses pobres selvagens americanos, que reputamos bárbaros, desprezam àqueles que com perigo de vida atravessam os mares em busca de pau-brasil e de riquezas.
Que juízo de valor europeu Jean de Léry questiona nesse trecho? Utilize elementos do texto para comprovar sua resposta.
b) Segundo o viajante francês, que características distinguem os povos originários e os europeus?
7. Por meio da leitura de textos de Caminha, Gândavo e Léry, você conheceu três diferentes pontos de vista de europeus em relação aos povos originários, no início da colonização do Brasil.
a) Em síntese, em que consistem esses três pontos de vista?
b) Discuta com a turma e registre sua resposta no caderno: Em sua opinião, há hoje visões e preconceitos acerca dos povos originários que dialogam com tais perspectivas formadas no século XVI?
8. Agora, em companhia dos colegas e o professor, reflita sobre o ponto de vista dos indígenas a respeito dos primeiros europeus e da sociedade em que vivem na contemporaneidade.
a) De que maneira você imagina que os indígenas teriam percebido os portugueses que chegaram às terras ocupadas por eles?
b) E de que maneira os povos indígenas se percebem na sociedade de hoje? O que expressam? Conhecer a produção artística contemporânea desenvolvida por artistas provenientes de culturas indígenas é uma forma de pensar sobre essas questões. Com base nas orientações do professor, você e os colegas vão pesquisar artistas indígenas da atualidade e suas obras, a fim de conhecer como se expressam, como o trabalho deles se relaciona com a comunidade de que fazem parte e de que modo os meios de comunicação divulgam e recebem esses trabalhos.
No século XIX, momento em que as artes e a literatura valorizavam o sentimento de nacionalidade, o pintor catarinense Victor Meirelles (1832-1903), inspirando-se na Carta de Caminha, pintou o quadro A primeira missa no Brasil, reproduzido a seguir. Observe-o e, depois, leia a carta aberta escrita pelo líder indígena Jairo Saw Munduruku e divulgada em dezembro de 2014, no Pará.
Texto 1

Texto 2
Por Jairo Saw Munduruku, liderança da aldeia Sai Cinza, Terra Indígena Sai Cinza
À sociedade brasileira e internacional,
Somos povos nativos da floresta Amazônica, existimos desde a origem da criação do mundo quando o Karosakaybu nos transformou do barro (argila) e nos soprou com a brisa do seu vento, dando a vida para todos nós. Desde o princípio conhecemos o mundo que está ao nosso redor e sabemos da existência do pariwat (não índio), que já vivia em nosso meio. Éramos um só povo, criado por Karosakaybu, criador e transformador de todos os seres vivos na face da Terra: os animais, as florestas, os rios e a humanidade. Antes, outros povos não existiam, assim como os pariwat não existiam.
O pariwat foi expulso do coração da Amazônia, devido ao seu pensamento muito ambicioso, que só enxergava a grande riqueza material. Portanto, a sua cobiça, a sua ganância, a sua ambição, o seu olho grande despertou o grande interesse econômico sobre o patrimônio que estava bem seu poder. Não pretendia proteger, guardar, preservar, manter intactos os bens comuns, o maior patrimônio da humanidade, e isso despertou o seu plano de destruição da vida na Terra. Por isso, o Karosakaybu achou melhor tirar a presença do pariwat deste lugar tão maravilhoso, onde há sombra e água fresca.
Nossos ancestrais, no decorrer do tempo, nos transmitiram oralmente esses relatos sobre a vinda dos pariwat, oriundos de outro continente, a Europa. Contaram-nos que um dia chegariam a esse paraíso onde nós estamos. Hoje podemos presenciar os fatos sendo consumados.
O pariwat chegou, depois de viajar pelo mundo em busca de especiarias, produtos, mercadorias. Foi ampliando a expedição, em busca de conhecer outro mundo ou outra terra. Viajava em caravelas até chegar ao chamado “novo continente”, que se conhece hoje como continente americano, onde está o Brasil […].
Nossos avós diziam que, quando os pariwat chegassem até o nosso território, eles iriam tomar nossas terras, nossas mulheres, nossas crianças. Iriam nos matar, não nos poupariam vidas para possuir tudo aquilo que nos pertence: a nossa riqueza, os bens que possuímos, incluindo a nossa cultura, a forma como vivemos.
Invadiram nossa terra, muitos de nossos parentes foram massacrados, assassinados, foram submetidos à tortura e foram usados nos trabalhos forçados, servindo de mão de obra escrava.
Já no século XXI, na era contemporânea, continuamos sendo oprimidos, como nos tempos passados. Apesar de termos alcançado várias conquistas e garantido nossos direitos específicos e diferenciados na Constituição Federal, ainda assim esses direitos não são respeitados e reconhecidos. […]
Será que o mundo vai permitir esse genocídio que está sendo anunciado com a decisão do governo brasileiro de construir grandes hidrelétricas e outros grandes projetos na região amazônica, que transformarão a natureza causando impactos irreversíveis para toda a humanidade? É a vida na Terra que está em perigo e nós estamos dispostos a continuar lutando, defendendo a nossa floresta e os nossos rios, para o bem de toda a humanidade. E vocês? Vocês estão dispostos a ser solidários nessa luta?
[…]
Exigimos respeito aos direitos humanos, aos direitos indígenas, aos direitos do meio ambiente, aos direitos de preservação do patrimônio arqueológico, ao nosso direito de nos expressar enquanto povo com uma cultura diferenciada. A luta não é somente nossa, a luta é em defesa de todas as formas de vida!
SAWE! SAWE! SAWE!
MUNDURUKU, Jairo Saw. Munduruku escreve à sociedade brasileira e internacional. Observatório da sociedade civil, São Paulo, 24 jan. 2015. Disponível em: https://tedit.net/b7fofq. Acesso em: 16 jul. 2024.
- sawe: grito de guerra do povo Munduruku.
9. O quadro de Victor Meirelles tornou-se uma imagem representativa do início da história do Brasil.
a) Nessa imagem, como os indígenas são retratados?
b) E os brancos?
c) De acordo com essa cena, como parece ser a relação entre indígenas e brancos?
10. Na carta aberta, o líder indígena apresenta a cosmovisão dos Munduruku.
a) De acordo com essa cosmovisão, como teria sido a criação do mundo?
b) Conclua: A cosmovisão dos Munduruku se choca com a cosmovisão que se pode depreender do quadro de Meirelles? Por quê?
11. A quem é dirigida a carta aberta em estudo? O que é solicitado por meio dessa carta? Por quê?
Referência bibliográfica:
CEREJA, William; VIANNA, Carolina Dias; DAMIEN, Christiane. Identidade Saraiva: língua portuguesa: linguagens e suas tecnologias 1: ensino médio: 1º ano: volume 1. 1. ed. São Paulo: Saraiva Educação, 2024.
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